domingo, 29 de março de 2015

Decifrando alguns mistérios da vida !

O texto psicografado  transformou-se  em  livro:
https://www.clubedeautores.com.br/book/179830--Virgilio#.VRf2fPzF8_I
Vale  a pena  ler  para  quem  se  interessa  pelos  mistérios  da  vida !!

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Como era a muitos e muitos seculos atras......

     

   Imaginem ,  alguem  contando  a  sua  vida,  como  era  na  sua  época,  em que estava  viva , em  torno  do  ano  de  1550,  como  rainha  de  um  país .
Todos  os  questionamentos  que  rondavam  a  mente  dela  a  respeito  da  divindade  humana, e sobre  a  morte   , descrevendo todas as   buscas  para  conseguir  as  respostas dessas  questões.

    No  Blog : http://catarinamedici.blogspot.com.br/

quinta-feira, 22 de maio de 2014

       È  no  caos  que  crescemos  interiormente,   nos descobrimos , e  nos superamos ,, e  não  na         zona  de   conforto.

     A nossa  consciência  é  eterna  mas  o  nosso  corpo  é  finito .


     Acredite,   estamos  todos  no  mesmo  barco,  não  acredite  em  tudo  que  se  fala e se ve  por       aí  , a        realidade é  sempre outra ,  mais  profunda.

   Tem gente que se culpa por não ser "iluminado" - Flavio Siqueira 

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

O entendimento destrói o medo .


    O entendimento destrói todo o medo.

     O "mundo" não vai acabar em 2012 como algumas pessoas falam .,mas sim se transformar, evoluir. É até um paradoxo. Ele vai "acabar" e recomeçar. E esta transformação é um processo natural em nossa galáxia, e nas demais e em todo o Universo.
 Deus  não criou o mundo  para  ser  destruído  desse jeito, como falam.

 Sempre que  alguma  coisa  nova  precisa entrar , a  coisa velha  precisa  sair , isso é  transformação.
   A evolução dos mundos ocorre em ciclos. Em nossa galáxia este tempo é em torno de 26.000 anos.

Estamos chegando no fim de um ciclo de 26.000 e iremos iniciar um novo ciclo a partir de 2013.

Mas haverá uma série de dificuldades que surgirão em nossas vidas até 2013.

VOCE não vai ler isto num jornal ou assistir isto no tele-jornal de hoje à noite. Nenhum cientista vai falar isto para você. Nenhum político vai falar isto para você. Nenhum professor vai falar isto para você. Mas a boa notícia é que não estamos sozinhos neste processo de transição planetária. Nossos irmãos mais velhos, aqueles que você chama de extraterrestres, estão aqui para nos auxiliar.

O QUE É A TRANSIÇÃO ?

Transição Planetária, Juízo Final, Final de Tempos, é um balanço de fim de era ou a mudança de ciclo evolutivo. Tudo na natureza obedece a ciclos da vida: nasce, cresce, alcança a plenitude, envelhece e morre. Morrer não é bem o termo, pois como dizia Lavoisier "na Natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma". Assim, a Terra, no momento, está vivendo um período de mudanças, isto é, passando de um ciclo para outro, o que resultará em grandes transformações, tanto na parte física como na moral de seus habitantes.

COMO COMPREENDER A TRANSIÇÃO ?

    Compreender a transição é algo que a pessoa precisa já ter dentro de si, antes de encarnar; de acreditar na transição planetária, acreditar de forma lógica, coerente, não fanática, onde, embora não perceba - mas como a vida dela está muito difícil - ela decide acreditar em algo que não sente, mas acredita sem sentir porque a vida não está fácil pra ninguém.

     A pessoa precisa buscar, sentir a mudança que está ocorrendo, sentir a mudança que está no mundo, para compreender a transição; senão só vai entendê-la, e entender só não basta porque pode levar a diversos erros: fugir à responsabilidade, alienar-se do mundo e da realidade em que vive; negligenciar a sonhos que teriam o poder de mudar muito a vida em volta da pessoa; não esperar acontecer algo externo para mudar o interno.

    Estamos vivendo um momento único no planeta Terra. Estamos a ponto de evoluir para uma nova forma de viver,de pensar, de se relacionar um com os outros. É o que chamamos de sairmos de um "mundo de provas e expiações" onde o caos e a dor prevalecem para entrarmos num "mundo de regeneração" onde o amor incondicional fará parte de nossas vidas. Também estamos perto de adquirir a consciência de que somos espíritos eternos e que possuímos um numero infinito de irmãos cósmicos. E esta transformação, mesmo que traga dor a curto prazo, será um importante passo na evolução espiritual de todos que estiverem encarnados neste momento.


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Sawabona Shikoba .

Sawabona Shikoba



 SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer : 
"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é :
 "ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ". 


  Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.

O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.

A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.

A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.

A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.

Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.

O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.

A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.

A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.

Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.

Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.

O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Felicidade é um sentimento simples !

FELICIDADE REALISTA 
(Mário Quintana) 

      A princípio bastaria ter saúde , dinheiro e amor , o que já é um pacote louvável , mas nossos desejos são ainda mais complexos . Não basta que a gente esteja sem febre: queremos , além de saúde , ser magérrimos , sarados , irresistíveis . Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel , a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas . E quanto ao amor? Ah , o amor . . . não basta termos alguém com quem podemos conversar , dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando . Isso é pensar pequeno: queremos AMOR , todinho maiúsculo . 
   Queremos estar visceralmente apaixonados , queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados , queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo , queremos sexo selvagem e diário , queremos ser felizes assim e não de outro jeito . É o que dá ver tanta televisão . . Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista . Ter um parceiro constante pode ou não , ser sinônimo de felicidade . Você pode ser feliz solteiro , feliz com uns romances ocasionais , feliz com um parceiro , feliz sem nenhum .. Não existe amor minúsculo , principalmente quando se trata de amor próprio .Dinheiro é uma benção . Quem tem , precisa aproveitá-lo , gastá-lo , usufruí-lo . 
     Não perder tempo juntando , juntando , juntando . Apenas o suficiente para se sentir seguro , mas não aprisionado . E se a gente tem pouco , é com este pouco que vai tentar segurar a onda , buscando coisas que saiam de graça , como um pouco de humor , um pouco de fé e um pouco de criatividade . Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável . Fazer exercícios sem almejar passarelas , trabalhar sem almejar o estrelato , amar sem almejar o eterno . Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo , buscar lá dentro o que nos mobiliza , instiga e conduz , mas sem exigir-se desumanamente . . A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio . Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade . Se a meta está alta demais , reduza-a . Se você não está de acordo com as regras , demita-se . Invente seu próprio jogo . Faça o que for necessário para ser feliz . 

     Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples , você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade . Ela transmite paz e não sentimentos fortes , que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração . Isso pode ser alegria , paixão , entusiasmo , mas não felicidade . 

quinta-feira, 22 de março de 2012

O caminho de volta....


       Esse texto  nos faz  pensar sobre  nossa vida, nessa  fase  de  transição  que  todos  estamos  passando , é  uma  luz no final do tunel . Hoje em dia estamos todos  sendo obrigados  a    encontrar o que  existe  de  mais  importante   dentro de nos,  para  fazermos  uma  escolha  e  fazer diferente do que  estavamos  acostumados  a fazer,  e   essa  caminhada não  esta  fácil, é  assustadora  as  vezes. A era  da  superficialidade  esta se  transformando  numa era  de  profundidade  .  Passamos por  uma fase  transitória  que  vai  nos  transformar  em  seres  humanos  melhores , mais  conectados  com Deus  e com nós  mesmos  ,  menos sensivel  ao que   nossa  sociedade meio hipocria prega .Precisamos  ter  fé  em  Deus  e em nós  mesmos que  tudo vai dar  certo.


                           Os Mensageiros da Eternidade

Nós, os sensíveis, temos a luz brilhando dentro de nós. A nossa sabedoria muitas vezes pode ser confundida com a loucura por pessoas de mentira... por aquelas pessoas que vivem presas a um mundo automático.

Nós, os sentimentais, os alquimistas, os arrependidos pelos erros, os filhos amados que foram deixados pra trás num deserto, os que têm fé inabalável, os sonhadores, os loucos de amor, muitas vezes, já fomos considerados as ovelhas negras da família,mas, os nossos sentimentos profundos como o mar, nos transformaram aos poucos em cordeiros mansos que pastam felizes pelos campos verdes.

Dentro de nós ardem paixões interiores capazes de derreter qualquer geleira. Nós já morremos incontáveis vezes, já renascemos outras tantas mais fortes, mais determinados em encontrar a nossa felicidade.

Nós, os sensíveis, somos invencíveis pelas lágrimas e imbatíveis pelo sorriso. Muitos de nós, os sensíveis, carregamos na alma e até no corpo, marcas da nossa paixão pela vida. Do mais fraco ao mais forte, do mais bonito ao mais feio.

Não somos medidos pela nossa formosura ou pela grandeza do nosso corpo, mas, somos admirados pelo poder do nosso coração, pela força que emanamos de dentro de nosso olhar...e as pessoas de mentira ficam sem entender como nós, os sensíveis, conseguimos ter tanto poder!

Nós, os sensíveis, estamos aqui para fazer a diferença. Ninguém nos conhece pela superfície, mas, pela profundidade de nossos bons pensamentos.

Não somos santos, mas, somos anjos. Não somos perfeitos, mas, é na nossa imperfeição que mostramos nossas maiores virtudes. Não é pela casca que queremos ser conhecidos.

Queremos um relacionamento íntimo com tudo e com todos que nos cercam. Podemos errar...fracassar em quase tudo, mas, jamais fracassaremos como seres humanos.
Somos imcompreendidos, porque muitas vezes não sabemos expressar quem somos de verdade.

Ainda que o nosso corpo envelheça e fique doente...nada pode tocar o coração de um sensível senão a mão do Supremo Criador.

Nós, os sensíveis... mesmo de longe nos juntamos em espírito num coral para cantar uma canção que curará toda pessoa de mentira. Por alguns instantes o mundo parará para ouvir o nosso canto e se apaziguará por alguns poucos momentos... E por alguns momentos, elas, também, vão ser sensíveis como nós... quando perceberem que no rosto do outro está o espelho de sua própria face.

Nós, os sensíveis, temos o dom de sentir o que os outros sentem...de traduzir seus pensamentos... porque nosso coração capta o que os outros corações transmitem... mas, nós, somos uma brasa viva no meio da neve... ou um oásis no meio do deserto.
Estamos aqui para mostrar aos outros que a alma existe... que a matéria passará. Mas que temos vida para todo o sempre.

Somos "aprendizes" da sabedoria universal. Acreditamos num Deus comum a todos seres humanos. Num Deus que habita todas as religiões. Num abraço do sensível está a graça do Universo.

Nós, os sensíveis, somos os mensageiros da eternidade...

André Aquino

domingo, 30 de outubro de 2011

Para reflexão: Fardos Inúteis !


   Aprender  a  administrar esses fardos , é a chave para se ter  uma vida mais  feliz , mais consciente,  e eu  sei que é  muito dificil,   é  como um recomeço , um  verdadeiro   renascimento  quando esse entendimento começa a acontecer , e  as  vezes corremos  o  risco de  passar  nossa  vida  toda para  entender , esses  fardos ! 

 `Na vida, todos carregamos conosco as nossas responsabilidades, sonhos, frustrações, esperanças, medos, lembranças. E muitas dessas cargas tornam-se fardos que, além de pesados, são absolutamente inúteis, porque não faremos nenhum uso positivo ou construtivo deles; eles só se destinam a nos cansar, a nos dificultar a caminhada, a nos sobrecarregar de emoções negativas e depressivas. São fardos inúteis, os ressentimentos de várias naturezas, o conjunto de temores que cultivamos em relação aos perigos imaginários.
Conta uma lenda, que dois monges que atravessavam uma área deserta quando diante de um rio violento, avistaram uma linda jovem que tentava atravessá-lo sem sucesso.  Um dos monges, não sem dificuldades, atravessou o rio e colocando a mulher em suas costas conseguiu atravessar o rio em segurança.
A jovem abraçou-o agradecida, comovida com o seu gesto e seguiu seu caminho.
Retomando a jornada, o outro monge que assistiu a tudo calado repreendeu o amigo,
falando do contato carnal que houve com aquela jovem, da tentação de ter aquele contato mais direto com uma mulher, o que era proibido pelas suas leis. E durante um bom trecho do caminho, esse monge falou sobre a mulher e sobre o pecado cometido até que aquele que ajudou a jovem na travessia falou: "querido amigo, eu atravessei o rio com a jovem lá eu a deixei, mas você ainda continua carregando-a em seus pensamentos. 
Levamos nossas dores e frustrações ao extremo.
Dramatizamos demais,elevamos ao cubo cada dor, cada ofensa, cada contrariedade e por isso, não conseguimos relaxar, perdoar ou mesmo ser feliz, pois o peso que vamos acumulando em nossas costas
são demais para qualquer cristão.

Desarme-se.dos velhos pensamentos,do espírito da revolta, da tristeza.
Hoje é dia de desmontar o velho acampamento do comodismo e seguir adiante na longa jornada que a vida apresenta. Quanto mais leve a sua mochila,
mais fácil a subida rumo a felicidade.
  ``Ouvimos todo o sempre que Deus não nos dá fardos maiores que aqueles que podemos suportar, e muitos dos nossos fardos já poderiam estar abandonados em outras curvas da vida, mas nós insistimos em carregá-los. 
Quais são os fardos que você continua carregando  e que já não estão mais com você? Por que você não consegue perdoar quem lhe magoou? 

Quantas oportunidades você anda deixando para trás por estar amarrado ao passado?
Liberte-se do que te oprime. Se tem o que perdoar, perdoe, mas perdoe esquecendo-se para todo o sempre o que passou.  A vida é uma estrada comprida... Não dá para seguir viagem carregando fardos inúteis. E o rancor, as desilusões, o que era para ter sido e não foi, pesam demais para qualquer pessoa.  Liberte-se! É tempo de seguir viagem. O tempo de ser feliz é agora. Sorria! O dia está nascendo mais uma vez e é todo seu, se você acreditar, se não duvidar e se deixar amar. O dia é todo seu.

 Viva um dia de cada vez sem carregar fardos inuteis! 

sábado, 8 de outubro de 2011

Steve Jobs .


    Essas  foram  , praticamente , as  ultimas palavras  de  um homem que  acaba de  falecer  com cancer  no pancreas,  que   possuía 8 Bilhões de dolarers em sua  conta  bancaria !

 Faz  a gente  pensar  sobre  a  vida  que  a  gente  leva , no primeiro paragrafo ele fala  dos  tijolos  que  Deus  manda  sobre  a  gente para  fazer  a  gente  parar  de  seguir  um  determinado  caminho, mas  acho que  no caso dele  não foi  suficiente,  e  ele  continuou....o que  a  gente  sabe  fazer  bem, e  adoramos  fazer  , as vezes  não é  o  que  Deus  reservou  para  agente, se  estamos  numa  caminhada   para  aprendermos  alguma coisa  , então teremos  que fazer e  aprender  coisas  que  ainda  não fazemos  bem ,e que  as  vezes nos  sentimos inadequados fazendo,,,  lembra  que   a vida é  um eterno  aprendizado..
Seguir  nossa  intuição, nossa  voz  interior , exige  muita  coragem,  sermos  realmente o que temos la  no fundo  da alma  , expressar nossa natureza  interior, é  muito dificil nos  dias  de  hoje  , por  causa do barulho e dos  valores  que  o  sistema impregna  nossas  mentes, ser  isso  ou  ser  aquilo, fazer isso ou aquilo , porque  a  maioria faz  ou  é , só porque  uma  maioria  o  faz ,,, esta  errado,  temos  que  ser  mais  autênticos  e  comprometidos  com  nosso  eu  interior..

 Não estou aqui julgando, nem condenando, na vida se tem o livre  arbítrio para  se  fazer com ela  o que  se  quer  ,,, mas eu  acho que faltou um pouco de Deus na  vida  dele !

 Reflitam sobre as palavras  dele:( palestra feita  em 2005, 1 ano depois de descobrir o cancer)


“Às vezes a vida te bate com um tijolo na cabeça. Não perca a fé. Estou convencido de que a única coisa que me fez continuar foi que eu amava o que eu fazia. Você precisa encontrar o que você ama. E isso vale para o seu trabalho e para seus amores.Seu trabalho irá tomar uma grande parte da sua vida e o único meio de ficar satisfeito é fazer o que você acredita ser um grande trabalho. E o único meio de se fazer um grande trabalho é amando o que você faz. Caso você ainda não tenha encontrado[ o que gosta de fazer], continue procurando. Não pare. Do mesmo modo como todos os problemas do coração, você saberá quando encontrar. E, como em qualquer relacionamento longo, só fica melhor e melhor ao longo dos anos. Por isso, continue procurando até encontrar, não pare"

"Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de achar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir seu coração", diz. "Tenha coragem de seguir seu coração e sua intuição. Eles, de alguma forma, já sabem o que você quer se tornar."

"Você tem que descobrir o que você ama. E isso é verdadeiro tanto para o seu trabalho quanto para com as pessoas que você ama."

"Você não pode conectar os pontos olhando adiante, você só pode conectá-los olhando para trás. Então, você tem que confiar que os pontos vão se conectar de alguma forma no seu futuro. Você tem que confiar em alguma coisa: seu Deus, destino, vida, carma, seja o que for. Acreditar que os pontos vão se ligar em algum momento vai dar confiança para você seguir seu coração, mesmo que ele o leve para um caminho diferente do previsto."

terça-feira, 13 de setembro de 2011

´´Fazemo-nos livres na medida em que assumimos e aceitamos que não o somos ``

      Definir a palavra «intimidade» não é simples, e a sociedade em que vivemos tem se encarregado de dá-lhe distintos significados, provocando um problema de semântica. Por exemplo, a Casa Branca fala de «ceias íntimas» de 300 pessoas; os predicadores nos prevêem da «intimidade pré-matrimonial»; a moda de Hollywood nos vende «vestuário íntimo»; e as revistas nos oferecem testes para desenvolver nossas «habilidades para intimar».

Há duas maneiras de despojar de sentido a uma palavra. Uma, dá-lhe um só e único significado. Outra, dá-lhe um significado demasiado amplo e generalizado. Como uma palavra multiusos, que acaba por esvaziar-se de conteúdo. Isto tem acontecido com o conceito de intimidade, que tem sido possuído e domesticado.

Por isso, nossa primeira tarefa nesta viagem não é a de aprender, senão desaprender, já que, muito provavelmente a maioria de nós tem sucumbido ante alguma atrativa imitação da intimidade, que ao final tem resultado cruelmente decepcionante.
Nossa esperança oculta é, todavia, que o entendimento nos libere da ansiedade. Assim que procuramos úteis e breves definições. Assistimos a conferencias, compramos discos compactos e lemos livros. Confiamos que talvez eles nos digam o que precisamos saber. Se pudermos obter algumas definições interessantes, ficaremos satisfeitos. Com os nossos novos conhecimentos convenientemente acomodados na nossa pasta, o tema das relações parece mais manejável, ou menos ameaçante. E se tudo isso falhar, sempre poderemos utilizar esta informação como uma arma. Uma das formas mais fáceis para evadir os nossos próprios temores é projetar nossas limitações nos demais. E podemos fazê-lo com o pretexto de «ajudar»: «olha o que eu sei sobre como devem ser as relações», o que significa «olha o que tenho que te dizer para te ajudar a mudar tua vida», o que se converte em um substituto da nossa própria luta e admissão de nossa própria necessidade.

Há uma sensação de poder e controle quando pensamos que temos definido algo em particular. Dá a sensação de ter chegado a uma conclusão. A ironia, por suposto é que o terreno fértil para a intimidade é a vulnerabilidade, ou a debilidade. A vulnerabilidade é uma postura de abertura. A conclusão (ou controle) é sua antítese. Nesta viagem para as relações será importante identificar aquelas formas em que nos fechamos e mirar as falsas imitações da intimidade às que todos estamos expostos.

Se tal for o caso, então a nossa tarefa inicial não é definir a intimidade (chegar a conclusões) senão liberá-la de definições irreais e enganosas. A mudança e o crescimento não são só assunto de agregar mais informação, mais reflexão, senão de desfazer-se de aquilo que possa resultar falso e enfermo.

A equação entre o Real e o Útil 
Nosso problema começa com o fato de acreditar a nossa cultura ocidental quando diz que «nada é suficiente». Como conseqüência, nossa percepção do que é «real» está distorcida. Na nossa cultura, algo é real se tem valor mercantil, se é útil, se tem um uso prático.

Thomas Merton oferece uma analogia que nos pode ajudar. Sentado a sós na floresta com sua lanterna marca Coleman, se confronta com o fato de que Coleman tem construído sua lanterna com uma intenção prática que vai mais além de simplesmente iluminar. A caixa da embalagem indica que a lanterna «alonga os dias para dar mais horas de diversão». E Merton se pergunta: Acaso não posso só sentar-me na floresta sem um motivo especial? E continua dizendo que, de fato, «Não estamos tendo diversão, não estamos "tendo" nada. Não estamos "alongando nos nossos dias", e se tivéssemos diversão, não se mediria por horas. Ainda que no final isso seja o que a diversão parece ser: um estado de excitação difusa que pode ser medida pelo relógio, e ser "alongado" por um aparelho».

Nesta situação, onde o real é definido pelo prático, temos perdido a liberdade. A vida e as relações já não podem se comemorar, só pode vencer-se, conquistar ou manipular.

Em conseqüência, tendemos a perguntar-nos sobre qualquer de nossas relações: De quê me serve neste momento? Ou, quê me aporta? Ou, me faz feliz? Ou, se não tem nenhum valor, para quê mantê-la?
Com esta ilusão acerca da realidade, começamos uma batalha na frente equivocada. A intimidade, como todos os assuntos que tem a ver com o crescimento pessoal, se converte em algo externo. 

Esta idéia é a que nos impede contatar com a intimidade (ou nosso ser verdadeiro) porque tendemos a ver as relações desde a nossa postura de controle, assumindo que nós somos os que sabemos, que a vida é cor de rosa e a outra pessoa sempre é a que tem o problema, e onde dois mais dois é sempre igual a quatro. A fórmula sempre funciona. A relação sempre produz o resultado esperado. Queremos que nossas relações sejam como o slogan dos autos Honda: «Se apaixona sem pagar o preço… Este carro se parece muito ao que deseja, te faz feliz sem te pedir nada».

Ganharemos uma melhor perspectiva na batalha quando entendamos aos nossos inimigos. Quais são os obstáculos que nos impedem enfrentar-nos conosco? Quais são as ilusões que permitem dar-nos o luxo de distanciar-nos porque nós «sim entendemos»? Qual é a falsa idéia que nos impede mostrar-nos tal qual somos e poder confiar? Quê há em nós que nos faz procurar redefinir o amor e as relações em termos que resultem mais fáceis de assimilar? 

Temos de sinalar, embora, que nesta atração para as falsas idéias sobre as relações, não existe necessariamente uma intenção de enganar, senão melhor a necessidade de proteger-nos em contra do desconhecido, não de maneira calculada e cruel, senão movidos pelo temor. O temor de passar da comodidade ao crescimento, e da seguridade à maturidade.

A necessidade de fugir da Fragilidade 
Assim, pois, nosso ser real se oculta e um «eu falso» se mostra em seu lugar. Não é de surpreender que algumas questões em nossa cultura resultem um tabu, como a morte, o sexo, Deus e a alma.

Por quê? Porque estes assuntos desafiam nossa capacidade para manter o controle. Confrontam-nos com a nossa humanidade, a nossa vulnerabilidade, a nossa solidão e a nossa necessidade. Pela mesma razão, evitamos confrontar a presença real que surge no silencio. E nos construímos uma visão do mundo que seja manejável, e aparentemente menos ameaçante. Se formos capazes de conter a vida em áreas como a intimidade e as relações, podemos estar razoavelmente convencidos de que estamos no controle. E podemos evitar, ao menos parcialmente, a inevitável confrontação com a nossa fragilidade, a nossa debilidade, a nossa nudez, a nossa solidão e a nossa escravidão.

Em uma entrevista ao magnata de Playboy vemos uma ilustração da nossa constante necessidade de construir uma proteção contra nossa vulnerabilidade. Em dita entrevista se diz que esta pessoa tem feito o necessário para manter inumeráveis aventuras sem estar nunca cerca do altar. Aos 60 anos, ele estima ter dormido com cerca de mil mulheres sem ter caído no cativeiro conjugal. «Talvez é que estou me volvendo mais romântico», e agrega com um sorriso, «não tenho tido muitas noites solitárias nos últimos 30 anos». Este amo das coelhinhas ainda acredita na inocência, especialmente a sua. 

Do mesmo modo nas nossas vidas, se não enfrentarmos as falsas imitações da intimidade que nos espreitam, perpetuamos uma mentira, não com má intenção, mas o resultado é o mesmo: a não autenticidade. Enganou-me a mim mesmo ao acreditar que estou participando em algo que, de fato, estou evitando. Com uma intenção cruel ou calculada? Não. Como fruto do temor? Sim.
Em conseqüência, já não se trata de aprender definições corretas, ou de dominar a habilidade para ser um bom conversador e atrair ao sexo oposto, ou de ser reconhecidos por nossa capacidade de escuta e empatia, ou de obter uma alta pontuação no último teste sobre relações interpessoais. De fato, não é tão fácil como isso. Esta viagem para se volver real começa com a aceitação de um fato difícil: «Fazemo-nos livres na medida em que assumimos e aceitamos que não o somos». 

Este é o primeiro passo para o crescimento, para a mudança. Para voltar a casa devemos admitir que estamos longe dela. Para aprender sobre as relações devemos reconhecer as falsas imitações às que nos aferramos.

Que são estas imitações e por que este passo resulta tão difícil? Trata-se de mirar de frente nossas adições e compulsões, nossa voracidade (nunca nada é suficiente), e nossas idealizações bem construídas acerca do que deveria ser a intimidade e as relações autênticas, que levantam uma barreira ao nosso eu real, assim como à possibilidade de um diálogo verdadeiro.
Tais imagens se constroem sobre sistemas de crenças deficientes, ou equaciones incompletas. Em nossa necessidade de cercania e conforto, somos susceptíveis a qualquer quantidade de farsas ou experiências que completem a frase «A intimidade é…».

Adaptado por: Laura Ríos
Tomado de: Hershey, T. (1990). Go Away, Come Closer. EUA. Word Publishing

sábado, 10 de setembro de 2011

A Alma , nosso sexto sentido.

Recebi  este  texto por  email,  e  resolvi  publica-lo.Achei interessante.    

Se estivermos no caminho espiritual, vamos ter que batalhar. Não é fácil. É difícil abandonar nossos medos, é difícil parar de ter inveja, é difícil ficarmos trabalhando em nós mesmos todo o tempo.( é  foda  mesmo)

A parte mais difícil é enxergar – enxergar a verdadeira realidade. Quantas vezes olhamos para trás, para uma amizade ou um relacionamento amoroso rompido e pensamos com nossos botões: “O que foi que eu vi naquela pessoa?”.

A verdade é que não enxergamos ,“os olhos não conseguem perceber tudo”.

Isso porque estamos presos no momento, presos na ilusão dos cinco sentidos.
Então, qual é a resposta? Como desvencilhamo-nos desta armadilha?
Descascamos as camadas do nosso ego.
Meu mestre,  Rav Berg, diz que nossa alma é como um abajur que cobrimos com camadas de véus. Nossa natureza egoísta oculta a Luz dentro de nós. Eu, eu, eu, eu, eu. “Não acredito que ele me disse aquilo”. “O que eles vão pensar de mim?” “Olhe para mim, sou ótimo”. “Olhe para mim, sou patético”.

Estarmos constantemente obcecados conosco nos impede de enxergar o que realmente está acontecendo.

Somente quando removemos nosso ego, pedaço por pedaço, somos capazes de enxergar a verdade nas situações e nas pessoas. ( é  o  caminho do  reencontro com nosso eu verdadeiro, nossa alma , nossa divindade ,que é o pedaçinho de  Deus está dentro de nós  )

O segredo é enxergar os outros em primeiro lugar , para  enxergar-nos depois, pois Deus, coloca  pessoas em nossa volta   , para nos  ajudar a aprender,  o que não conseguimos ver, em nós . Somente então poderemos ter o mérito de nos elevar acima das limitações dos cinco sentidos e ligar o nosso sexto sentido.

O que é exatamente o sexto sentido? É a capacidade de enxergar algo que nunca tínhamos visto antes; de conseguir num relance a resposta para perguntas a muito tempo  formuladas , que  estavam  sem  respostas.

Afinal de contas, queremos aprender a receber. E recebemos não através do intelecto, mas através da conexão com a Luz.( essa luz , pra  mim , é a  sabedoria  divina ,que esta em  nossa  alma , )

Atualmente , as forças do universo estão nos impulsionando a enxergar o nosso propósito; a perceber aquilo que normalmente nos escapa. Recebemos a oportunidade de ver aquilo para o que normalmente somos cegos, simplesmente deixando de lado o nosso ego.
As seguintes ferramentas podem nos ajudar a nos conectar com esta influência positiva:

• O compartilhar transformador
• Sair da zona de conforto
• Remover o interesse pessoal

E como sempre, escanear  a alegria que o nosso Criador planeja para nós.
Experimente fazer isso – você vai gostar do resultado.

Tudo de bom,

Yehuda Berg

sábado, 16 de julho de 2011

Um texto de Eliane Brum.


Meu filho, você não merece nada
 
 
Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.) 

sábado, 4 de junho de 2011

Comentario.

Valeria Braga deixou um  comentário:

Quando eu era pequena, ficava muito impressionada com algo que a Bíblia (acho que era a Bíblia) dizia: de 1000 passarás a 2000 não chegarás. Eu achava que o mundo acabaria antes de 2000.
Até que cresci e entendi que esse "não passarás" significava os valores morais que temos hoje.

Então acho que é isso mesmo. Estamos assistindo à transformação do mundo em todas as áreas. A mim me parece que uma Consciência Superior nos dá a chance de mudarmos - e se a gente não muda, a mudança vem de qualquer jeito. Até agora, tem vindo de maneira dolorosa na forma de tsunamis, terremotos, furacões, guerras, desastres nucleares, etc.

Isso me faz pensar que pra evitar as grandes catástrofes, precisamos muudar antes. Nós mesmos, mudarmos nossa conduta, nosso olhar para a vida e para o próximo. Mas a gente só muda quando vê necessidade de mudar. Enquanto não percebermos que PRECISAMOS mudar (QUE É DO NOSSO INTERESSE), a mudança continua sendo uma palavra, e não uma atitude.

O ser humano precisa sair da teoria.

Valeria Braga 

terça-feira, 17 de maio de 2011

As Transformações estão aí !


       Recebi  este texto , e  achei  interessante   publica-lo.

     Eu  concordo  que , não vai  ocorrer  nenhum  fim  deste  mundo,  e  sim ocorrerão grandes  transformações  , que já estão  acontecendo a  algum  tempo ,  principalmente a  nivel  pessoal , na mente e  no coração das pessoas,   em  primeiro  lugar,   para  depois  ocorrer uma   alteração  no  consciente  coletivo ,   preparando o mundo  para  uma  nova   sociedade,  com  novos  valores.
 Isso  não  é  nenhuma  teoria de  conspiração ,  é  simplesmente nós sintonizados com  nós  mesmos,  com  nossa  vozinha  interior  ,  com  nossa  alma ,  com  Deus , pois  todos nós  estamos  interligados  atraves  de  Deus.

  O  Sistema, a  sociedade organizada, trabalha  contra  nossa  tomada  de  consciência, ela  usa  tudo  que  pode  para tirar  nossa  atenção e  nos  distrair , e nos afastar   de  nós  mesmos.

    Estar  sintonizado  com  essas transformações  é  estar  se  preparando  para esse  novo  mundo .
    Que  Deus  nos  ajude !







13 de maio de 2011 00:08









O colapso do nosso mundo moderno já começou



Por Mike Adams, a Ranger Saúde, Editor de Natural News - Tradução: lhas3126@yahoo.com.br
  

(NaturalNews) Muitas pessoas acreditam que o mundo como o conhecemos vai acabar em 23 de dezembro de 2012, com o final do Calendário Maia. Bobagem, eu digo. A resposta mais honesta é que o fim do mundo como o conhecemos já começou . E isso não significa o fim do mundo, o que significa É o fechamento de uma era e o nascimento de uma nova. É uma transição entre as idades. Esta transição, nomeadamente, no entanto, promete ser a mais cara e mais tumultuada transição que a humanidade já viu.

Mas não espere chegarmos em torno de dezembro de 2012 para procurar os sinais. Aqui estão 14 sinais de que o mundo como nós o conhecemos está com seu final se desenrolando extamente agora. Estamos vivendo o fim de uma era e o nascimento de uma nova . No futuro , eles vão olhar para trás e chamar tudo isso de um momento da história , mas quando você está vivendo e passando através dele, que parece avançar em ritmo quase de caracol. Mas não se enganem: Estamos vivendo os primeiros capítulos do fim do mundo como nós o conhecemos, e do outro lado de tudo isso vai surgir um mundo novo que é muito diferente do que conhecemos hoje.

1 - tornados, furacões, terremotos e tsunamis - No início parecia uma casualidade, mas agora é um padrão. O clima/tempo está se tornando cada vez mais extremo. Mais de 120 tornados recentemente atingiram o Centro-Oeste dos EUA. O Texas está em chamas e sofrendo através de uma extrema e pior seca . E onde não há incêndios e secas, há inundações. Este é apenas o começo ... relógio para freak tempo mais longo dos próximos 18 meses.

2 - O silêncio das abelhas - A doença conhecida como Colony Collapse Disorder- CCD continua a acelerar no Norte da América . Nós já sabemos que ela está sendo causada em parte pela química dos pesticidas (e possivelmente agravada por alimentos geneticamente modificados OGM ), mas a indústria química está envolvida em um encobrimento completo de sua culpa para negar esta verdade enquanto as abelhas e os zangões, os polinizadores do nosso mundo sofrem um colapso devastador na sua população. 
( http://www.naturalnews.com/028218_p ... )

3 - O fracasso da ciência nuclear - A catástrofe na usina nuclear de Fukushima prova uma coisa: os cientistas estão perigosamente arrogantes em seu planejamento de escala de grandes projetos, e eles não conseguem dar conta do incrível poder da Mãe Natureza. A ciência nuclear nos prometeu energia verde e limpa -, mas agora ela emitiu um invisível, silencioso, radioativo e mortal veneno que está infectando todo o nosso planeta.

4 - A busca viciosa da Wikileaks - Em uma época de decepção tão galopante, não há espaço para a verdade. Portanto, aqueles que dizem a verdade (Wikileaks) são cruelmente perseguidos como se fossem criminosos.

5 - A ascensão do estado médico/policial - As incursões armadas da SWAT em Maryanne Godboldo em Detroit são apenas o começo ( http://www.naturalnews.com/032091_M ... ). A verdade é que o sistema médico já esta usando armas para forçar a aplicação de suas vacinas e a sua quimioterapia em crianças e adolescentes através de sua disseminação pela América. O sistema médico tornou-se assim totalmente inútil, corrupto e perigoso que deve realmente invocar às armas para enfrentar e apenas para "convencer" as pessoas a tomarem os seus remédios . Esta monopólio médico imposto pelas armas que existe como uma ameaça à nossa saúde e nossas liberdades.

6 - O aumento da frequência de escassez de alimentos e de más colheitas - Observe o pico de preços dos alimentos ? Isso é apenas o começo: Os preços dos alimentos continuarão a subir rapidamente nos próximos anos devido às condições meteorológicas extremas, a perda de polinizadores e a contaminação global pelo envenenamento de culturas de Organismos Geneticamente Modificados-OGM. Os alimentos naturais estão se tornando cada vez mais escassos no nosso mundo "moderno". Você pode querer pensar sobre como iniciar a produzir a sua própria horta ...

7 - A destruição descontrolada do mundo por empresas de energia - A precipitação radioativa de Fukushima não é a única maneira em que as empresas de energia estão destruindo o nosso planeta e seu ambiente natural: Não se esqueça do incêndio da Plataforma da BP-British Petroleum (controlada pela familia real britânica) Horizonte Deepwater e o derrame maciço de petróleo (provocado intencionalmente) no Golfo do México - um derrame que AINDA não acabou, ele esta pelo caminho. Eles estão ainda a pulverizar o veneno dispersante COREXIT no Golfo do México, mais de um ano depois!

8 - A continuidade da contaminação pelos OGM  do nosso planeta - Este pode ser o pior capítulo no próximo colapso: A poluição genética GENERALIZADA do nosso planeta através de organismos OGM. Este é um crime contra a natureza e contra a humanidade. É um "derramamento de genes", que nunca pode ser contido enquanto espalha o seu DNA mortal em todo o mundo nas culturas , para produção de alimentos (a soja modificada geneticamente já é usada em larga escala no planeta) levando a quebras de safra e a fome ( http://www.naturalnews.com/032167_g ... ). A utilização de OGM é a coisa mais próxima de "satânico", que poderiamos encontrar na agricultura moderna. A agenda por trás disso é a pura maldade.

9 - A tirania e a repressão penal visando combater o uso da comida de verdade (leite cru) - Quando você não consegue nem vender alimentos que foram produzidos honestamente para os seus vizinhos sem ser alvejado e preso pela polícia, algo está terrivelmente errado com o mundo. Mas isso está acontecendo hoje, em toda a América do Norte!!!!. Agora, os federais estão ainda tomando como próximo alvo os Amish! (http://www.naturalnews.com/029322_r ... )

10 - A escalada da falsificação do dinheiro pela impressão sem controle - Em um sistema econômico que esta se aproximando do colapso, os líderes imbecis só podem pensar em "soluções" que realmente aceleraram a sua própria queda (e de todo o resto do país). A aceleração do aumento de impressão de dinheiro (dólares) pelo Federal Reserve (com a sua "flexibilização quantitativa" e outros métodos de falsificação) é um sinal clássico de que o fim do nosso sistema atual está se aproximando rapidamente e vai causar a hiperinflação pelo excesso de moeda SEM VALOR E LASTRO REAL NENHUM. As loucuras econômicas são evidentes para qualquer pessoa que ainda pode fazer contas e usar a matemática.

11 - A queda de inteligência das massas (N.T. - isso considerando que "as massas" algum dia foram inteligentes, o que eu duvido) - Um dos sinais mais perturbadores de que já estamos em franco colapso é a grande imbecilidade que grassa para baixo nas massas. Meros zumbis salivando, assistindo televisão, noticiário controlado, CNN, zumbis consumindo enormes pacotes de pipoca e litros de coca-cola, que dominam a paisagem e nada oferecem ou contribuem com absolutamente nada de valor para o mundo. Eles são os "consumidores acéfalos", que se vacinam, olham televisão e comem alimentos processados, a comida feita de lixo pasteurizado. Eles estão se consumindo com remédios psiquiátricos e acreditam e aceitam tudo o que o governo lhes diz. A maioria dessas pessoas, é claro, não vão conseguir enfrentar o colapso iminente.

12 - A completa  e absoluta fabricação/controle das notícias mainstream - Grande parte do fluxo de notícias é agora totalmente e completamente fabricado/manipulado nos dias de hoje: A informação sobre a certidão e o verdadeiro local do nascimento do "Presidente" Barack Obama, as notícias sobre a guerra na Líbia; a cobertura da economia e sobre à divida ( US$ 14 trilhões !!!) pública do governo dos EUA dívida ... É tudo tão completamente falso e inacreditável que uma pessoa inteligente assistindo as notícias não pode ajudar, mas vai explodir em gargalhadas (é o caso mais recente com a morte do "terrorista Osama Bin Laden", a última piada...). É um sinal do colapso que as fontes de informação invocadas pelas massas não são mais capazes de relatar a verdade e deve recorrer a tecer ficções politicamente convenientes em tudo, da saúde e medicina para o destino do dólar e dos próprios EUA em si mesmo.

13 - A contínua poluição farmacêutica do nosso planeta - Além da contaminação por OGM e da contaminação com a radiação do nosso mundo, nós também estamos experimentando a contaminação farmacêutica em massa do nosso planeta. Não é apenas nas fábricas farmacêuticas que despejam seus dejetos de produtos químicos para os rios ( http://www.naturalnews.com/025415_w ... ), é também o fato de que mais de metade da população está agora a tomar drogas quase que diariamente, e as drogas passam através de seus corpos e acabam na água de abastecimento onde contaminarão os peixes ( http://www.naturalnews.com/025933.html ). Mesmo além disso, as drogas acabam no lodo de esgoto humano que é embalado e vendido como "adubo orgânica para o solo!" ( http://www.naturalnews.com/029504_o ... )

14 - A contaminação radioativa planetária do abastecimento alimentar - Aqui está um mal que é muito traiçoeiro: A oferta global de alimentos está contaminada com a precipitação radioativa de Fukushima e anteriormente de outros acidentes como Chernobyl. Ao público é dito que os níveis de radioatividade são baixos "," mas não é dito a verdade de como os isótopos radioativos de césio persistem no abastecimento de alimentos durante séculos. Como a raça humana vai sobreviver a sua exposição ao TC, ao alimento radioativo, exposição aos raios-X , scanners corporais da TSA em aeroportos e até mesmo o DHS secreto X-ray carrinhos móveis que podem penetrar o seu corpo com raios-X enquanto você está andando em um estádio de futebol? A carga total de radiação sobre a raça humana está alcançando agora um ponto de causar a infertilidade em massa . Essa na verdade pode ser a idéia final.


Está acelerando também

Dezembro de 2012, pode ser uma data útil como uma espécie de ponto médio da crise, ou talvez como uma data de gatilho para uma aceleração mais rápida do desenrolar dos eventos para a sociedade planetária. Mas não se enganem: Nós já estamos vivendo o colapso de nosso mundo moderno . E você esta em uma fila nos bancos da frente para ver o espetáculo! (Emocionante, hein?)

Pense no que está acontecendo ao seu redor nos dias de hoje. Estes são os sinais do passado, pistas desesperadas de uma civilização construída sobre práticas absolutamente insustentáveis que não valoriza a vida e sua manutenção em nosso mundo. Estes são os tempos do fim da oligarquia corporativa, a máquina monopolista com fins lucrativos, a corporação que destruiu tudo em nosso mundo em troca de um relatório de lucros trimestrais ligeiramente maior do que os anteriores.

Na busca por mais dinheiro, a humanidade tem sacrificado a sua oferta de alimentos, seus polinizadores, seus oceanos, florestas e solos e o próprio ar que respira. Orientado para a ganancia os seres humanos têm usado outros seres humanos como experimentos médicos e de carne para canhão. Nós criamos guerras para vender mais bombas, e nós inventamos a doença psiquiátrica para vender mais produtos químicos .

Estas são as práticas de uma civilização falha ... e cujos dias estão contados. Vendo tudo desmoronar é muito mais interessante do que assistir a ele continuar a sua forma destrutiva, é claro, porque aqueles de nós com atenção para perceber uma civilização futura deve subir no lugar de uma "civilização" presente, após o colapso dessa

Diga adeus para o falso poder das instituições

Seria bom se os nossos futuros líderes se lembrassem da importância da liberdade e da responsabilidade pessoal, é claro. A resposta a todas os problemas do mundo, ao que parece, é a liberdade - a liberdade na medicina, a liberdade na economia e na liberdade da tirania do governo e do sistema econômico.

Porque, vamos encarar os fatos: A principal causa da maioria destes problemas que estão trazendo para baixo a nossa direita do mundo agora é um mau governo (eu diria um completo desgoverno) . É mau governo ( Big Governo ) que aprovou o OGM. Um mau governo reforçou a médica monopólio médico e permitiu que os pesticidas fossem usados para matar as abelhas . A má governação nos levou ao endividamento inescapável e custosas guerras no estrangeiro. Um mau governo proibiu a liberdade de saúde e protegeu as práticas e interesses monopolistas das empresas de alimentos, empresas de drogas, indústrias químicas, farmacêuticas, petrolíferas e o grande complexo industrial-militar, a indústria da MORTE.

A queda da civilização humana moderna é, como você provavelmente já adivinhou, também a queda da própria idéia de que o Grande Governo cria uma melhor sociedade . Porque se há uma idéia que precisa ficar inoperante após o colapso, é a idéia de que nós, o povo de alguma forma precisa de outro grupo de pessoas (funcionários públicos) para fazer o nosso trabalho duro enquanto nos perseguem com sua falsa autoridade, dirigindo cada pequeno detalhe de nossas vidas.

O que precisamos no nosso mundo não é mais governo, mas mais liberdade (eu diria MAIS CONSCIÊNCIA). Se tivéssemos a liberdade, integridade e responsabilidade pessoal, não haveria o colapso global que já começou. Mas, infelizmente, a raça humana é uma espécie infantil e deve aprender algumas lições da maneira mais difícil, parece.

Esta lição deve ser lembrada por muito tempo: Se você deixar as corporações, os bancos e os governos usarem suas economias, suas fazendas e suas vidas, eles irão escravizá-los e roubar o seu futuro enquanto você dorme, eles vão injetar venenos silenciosamente no mundo muito próximo até que você acorda um dia para encontrar tudo o que você criou que foi destruído.Eles prometem entregar-lhe o paraíso, mas apenas a morte é entregue. Cuidado com qualquer entidade que não seja uma pessoa viva - nenhum governo, nenhuma instituição, nenhuma empresa tem uma alma, nem coração, nem uma consciência. Eles são forças da destruição organizada que dizimam as coisas que nos são caras ao entregar-nos coisas que só nos escravizam ou no prejudicam.

Cuidado com a corporação, o governo, a instituição sem fins lucrativos, funcionando como um grupo de frente para a indústria privada. Nunca permita ser governado por qualquer instituição que existe apenas como uma construção ficcional organizada a partir da projeção da ganância humana.
E estar pronto para a aceleração do colapso da sociedade, civilização e do mundo como o conhecemos. Porque se você estiver lendo isto, você é o futuro da raça humana. Você tem o dever de permanecer vivo, manter seus genes intactos, e estar por perto para ajudar a criar a Sociedade seguinte após esta que se desintegra na poeira da história e do tempo.