Uma psicografia fantástica !!!
http://catarinamedici.blogspot.com.br/
Reflexões sobre a vida .
sexta-feira, 15 de maio de 2015
domingo, 29 de março de 2015
Decifrando alguns mistérios da vida !
O texto psicografado transformou-se em livro:
https://www.clubedeautores.com.br/book/179830--Virgilio#.VRf2fPzF8_I
Vale a pena ler para quem se interessa pelos mistérios da vida !!
https://www.clubedeautores.com.br/book/179830--Virgilio#.VRf2fPzF8_I
Vale a pena ler para quem se interessa pelos mistérios da vida !!
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Como era a muitos e muitos seculos atras......
Imaginem , alguem contando a sua vida, como era na sua época, em que estava viva , em torno do ano de 1550, como rainha de um país .
Todos os questionamentos que rondavam a mente dela a respeito da divindade humana, e sobre a morte , descrevendo todas as buscas para conseguir as respostas dessas questões.
No Blog : http://catarinamedici.blogspot.com.br/
quinta-feira, 22 de maio de 2014
È no caos
que crescemos interiormente, nos descobrimos , e nos superamos ,, e não na zona
de conforto.
A nossa
consciência é eterna
mas o nosso
corpo é finito .
Acredite,
estamos todos no
mesmo barco, não
acredite em tudo
que se fala e se ve por aí , a realidade é sempre outra , mais profunda.
Tem gente que se culpa por não ser "iluminado" - Flavio Siqueira
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O entendimento destrói o medo .
O entendimento destrói todo o medo.
O "mundo" não vai acabar em 2012
como algumas pessoas falam .,mas sim se transformar, evoluir. É até um
paradoxo. Ele vai "acabar" e recomeçar. E esta transformação é um
processo natural em nossa galáxia, e nas demais e em todo o Universo.
Deus
não criou o mundo para ser destruído
desse jeito, como falam.
Sempre que alguma
coisa nova precisa entrar , a coisa velha
precisa sair , isso é transformação.
A
evolução dos mundos ocorre em
ciclos. Em nossa galáxia este tempo é em torno de 26.000
anos.
Estamos chegando no fim de um ciclo de 26.000
e iremos iniciar um novo ciclo a partir de 2013.
Mas haverá uma série de dificuldades que
surgirão em nossas vidas até 2013.
VOCE não vai ler isto num jornal ou assistir
isto no tele-jornal de hoje à noite. Nenhum cientista vai falar isto para você.
Nenhum político vai falar isto para você. Nenhum professor vai falar isto para
você. Mas a boa notícia é que não estamos sozinhos neste processo de transição
planetária. Nossos irmãos mais velhos, aqueles que você chama de extraterrestres,
estão aqui para nos auxiliar.
O QUE É A TRANSIÇÃO ?
Transição Planetária, Juízo Final, Final de
Tempos, é um balanço de fim de era ou a mudança de ciclo evolutivo. Tudo na
natureza obedece a ciclos da vida: nasce, cresce, alcança a plenitude,
envelhece e morre. Morrer não é bem o termo, pois como dizia Lavoisier "na
Natureza nada se cria, nada se destrói, tudo se transforma". Assim, a
Terra, no momento, está vivendo um período de mudanças, isto é, passando de um
ciclo para outro, o que resultará em grandes transformações, tanto na parte
física como na moral de seus habitantes.
COMO COMPREENDER A TRANSIÇÃO ?
Compreender
a transição é algo que a pessoa precisa já ter dentro de si, antes de encarnar;
de acreditar na transição planetária, acreditar de forma lógica, coerente, não
fanática, onde, embora não perceba - mas como a vida dela está muito difícil - ela
decide acreditar em algo que não sente, mas acredita sem sentir porque a vida
não está fácil pra ninguém.
A
pessoa precisa buscar, sentir a mudança que está ocorrendo, sentir a mudança
que está no mundo, para compreender a transição; senão só vai entendê-la, e
entender só não basta porque pode levar a diversos erros: fugir à
responsabilidade, alienar-se do mundo e da realidade em que vive; negligenciar
a sonhos que teriam o poder de mudar muito a vida em volta da pessoa; não
esperar acontecer algo externo para mudar o interno.
Estamos
vivendo um momento único no planeta Terra. Estamos a ponto de evoluir para uma
nova forma de viver,de pensar, de se relacionar um com os outros. É o que
chamamos de sairmos de um "mundo de provas e expiações" onde o caos e
a dor prevalecem para entrarmos num "mundo de regeneração" onde o
amor incondicional fará parte de nossas vidas. Também estamos perto de adquirir
a consciência de que somos espíritos eternos e que possuímos um numero infinito
de irmãos cósmicos. E esta transformação, mesmo que traga dor a curto prazo,
será um importante passo na evolução espiritual de todos que estiverem
encarnados neste momento.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Sawabona Shikoba .
Sawabona Shikoba
SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer :
"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é :
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é :
"ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
terça-feira, 5 de junho de 2012
Felicidade é um sentimento simples !
FELICIDADE REALISTA
(Mário Quintana)
A princípio bastaria ter saúde , dinheiro e amor , o que já é um pacote louvável , mas nossos desejos são ainda mais complexos . Não basta que a gente esteja sem febre: queremos , além de saúde , ser magérrimos , sarados , irresistíveis . Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel , a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas . E quanto ao amor? Ah , o amor . . . não basta termos alguém com quem podemos conversar , dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando . Isso é pensar pequeno: queremos AMOR , todinho maiúsculo .
Queremos estar visceralmente apaixonados , queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados , queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo , queremos sexo selvagem e diário , queremos ser felizes assim e não de outro jeito . É o que dá ver tanta televisão . . Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista . Ter um parceiro constante pode ou não , ser sinônimo de felicidade . Você pode ser feliz solteiro , feliz com uns romances ocasionais , feliz com um parceiro , feliz sem nenhum .. Não existe amor minúsculo , principalmente quando se trata de amor próprio .Dinheiro é uma benção . Quem tem , precisa aproveitá-lo , gastá-lo , usufruí-lo .
Não perder tempo juntando , juntando , juntando . Apenas o suficiente para se sentir seguro , mas não aprisionado . E se a gente tem pouco , é com este pouco que vai tentar segurar a onda , buscando coisas que saiam de graça , como um pouco de humor , um pouco de fé e um pouco de criatividade . Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável . Fazer exercícios sem almejar passarelas , trabalhar sem almejar o estrelato , amar sem almejar o eterno . Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo , buscar lá dentro o que nos mobiliza , instiga e conduz , mas sem exigir-se desumanamente . . A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio . Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade . Se a meta está alta demais , reduza-a . Se você não está de acordo com as regras , demita-se . Invente seu próprio jogo . Faça o que for necessário para ser feliz .
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples , você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade . Ela transmite paz e não sentimentos fortes , que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração . Isso pode ser alegria , paixão , entusiasmo , mas não felicidade .
(Mário Quintana)
A princípio bastaria ter saúde , dinheiro e amor , o que já é um pacote louvável , mas nossos desejos são ainda mais complexos . Não basta que a gente esteja sem febre: queremos , além de saúde , ser magérrimos , sarados , irresistíveis . Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel , a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas . E quanto ao amor? Ah , o amor . . . não basta termos alguém com quem podemos conversar , dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando . Isso é pensar pequeno: queremos AMOR , todinho maiúsculo .
Queremos estar visceralmente apaixonados , queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados , queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo , queremos sexo selvagem e diário , queremos ser felizes assim e não de outro jeito . É o que dá ver tanta televisão . . Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista . Ter um parceiro constante pode ou não , ser sinônimo de felicidade . Você pode ser feliz solteiro , feliz com uns romances ocasionais , feliz com um parceiro , feliz sem nenhum .. Não existe amor minúsculo , principalmente quando se trata de amor próprio .Dinheiro é uma benção . Quem tem , precisa aproveitá-lo , gastá-lo , usufruí-lo .
Não perder tempo juntando , juntando , juntando . Apenas o suficiente para se sentir seguro , mas não aprisionado . E se a gente tem pouco , é com este pouco que vai tentar segurar a onda , buscando coisas que saiam de graça , como um pouco de humor , um pouco de fé e um pouco de criatividade . Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável . Fazer exercícios sem almejar passarelas , trabalhar sem almejar o estrelato , amar sem almejar o eterno . Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo , buscar lá dentro o que nos mobiliza , instiga e conduz , mas sem exigir-se desumanamente . . A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio . Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade . Se a meta está alta demais , reduza-a . Se você não está de acordo com as regras , demita-se . Invente seu próprio jogo . Faça o que for necessário para ser feliz .
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples , você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade . Ela transmite paz e não sentimentos fortes , que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração . Isso pode ser alegria , paixão , entusiasmo , mas não felicidade .
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