quarta-feira, 14 de novembro de 2012
O entendimento destrói o medo .
O "mundo" não vai acabar em 2012
como algumas pessoas falam .,mas sim se transformar, evoluir. É até um
paradoxo. Ele vai "acabar" e recomeçar. E esta transformação é um
processo natural em nossa galáxia, e nas demais e em todo o Universo.
Sempre que alguma
coisa nova precisa entrar , a coisa velha
precisa sair , isso é transformação.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Sawabona Shikoba .
Sawabona Shikoba
SAWABONA, é um cumprimento usado no sul da África quer dizer :
"EU TE RESPEITO, EU TE VALORIZO, VOCÊ É IMPORTANTE PRA MIM".
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é :
Em resposta as pessoas dizem SHIKOBA que é :
"ENTÃO EU EXISTO PRA VOCÊ".
Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o inicio deste milênio. As relações afetivas também estão passando por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor.
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
O que se busca hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar.
A idéia de uma pessoa ser o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século.
O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos.
Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino.
A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei. Se sou manso, ele deve ser agressivo, e assim por diante. Uma idéia prática de sobrevivência, e pouco romântica, por sinal.
A palavra de ordem deste século é parceria. Estamos trocando o amor de necessidade, pelo amor de desejo.
Eu gosto e desejo a companhia, mas não preciso, o que é muito diferente.
Com o avanço tecnológico, que exige mais tempo individual, as pessoas estão perdendo o pavor de ficar sozinhas, e aprendendo a conviver melhor consigo mesmas. Elas estão começando a perceber que se sentem fração, mas são inteiras. O outro, com o qual se estabelece um elo, também se sente uma fração. Não é príncipe ou salvador de coisa nenhuma. É apenas um companheiro de viagem.
O homem é um animal que vai mudando o mundo, e depois tem de ir se reciclando, para se adaptar ao mundo que fabricou. Estamos entrando na era da individualidade, o que não tem nada a ver com egoísmo.
O egoísta não tem energia própria; ele se alimenta da energia que vem do outro, seja ela financeira ou moral.
A nova forma de amor, ou mais amor, tem nova feição e significado.
Visa a aproximação de dois inteiros, e não a união de duas metades.
E ela só é possível para aqueles que conseguem trabalhar sua individualidade. Quanto mais o indivíduo for competente para viver sozinho, mais preparado estará para uma boa relação afetiva.
A solidão é boa, ficar sozinho não é vergonhoso. Ao contrário, dá dignidade à pessoa.
As boas relações afetivas são ótimas, são muito parecidas com o ficar sozinho, ninguém exige nada de ninguém e ambos crescem.
Relações de dominação e de concessões exageradas são coisas do século passado.
Cada cérebro é único.
Nosso modo de pensar e agir não serve de referência para avaliar ninguém.
Muitas vezes, pensamos que o outro é nossa alma gêmea e, na verdade, o que fizemos foi inventá-lo ao nosso gosto.
Todas as pessoas deveriam ficar sozinhas de vez em quando, para estabelecer um diálogo interno e descobrir sua força pessoal. Na solidão, o indivíduo entende que a harmonia e a paz de espírito só podem ser encontradas dentro dele mesmo, e não a partir do outro. Ao perceber isso, ele se torna menos crítico e mais compreensivo quanto às diferenças, respeitando a maneira de ser de cada um.
O amor de duas pessoas inteiras é bem mais saudável.
Nesse tipo de ligação, há o aconchego, o prazer da companhia e o respeito pelo ser amado.
Nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo...
terça-feira, 5 de junho de 2012
Felicidade é um sentimento simples !
FELICIDADE REALISTA
(Mário Quintana)
A princípio bastaria ter saúde , dinheiro e amor , o que já é um pacote louvável , mas nossos desejos são ainda mais complexos . Não basta que a gente esteja sem febre: queremos , além de saúde , ser magérrimos , sarados , irresistíveis . Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel , a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas . E quanto ao amor? Ah , o amor . . . não basta termos alguém com quem podemos conversar , dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando . Isso é pensar pequeno: queremos AMOR , todinho maiúsculo .
Queremos estar visceralmente apaixonados , queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados , queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo , queremos sexo selvagem e diário , queremos ser felizes assim e não de outro jeito . É o que dá ver tanta televisão . . Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista . Ter um parceiro constante pode ou não , ser sinônimo de felicidade . Você pode ser feliz solteiro , feliz com uns romances ocasionais , feliz com um parceiro , feliz sem nenhum .. Não existe amor minúsculo , principalmente quando se trata de amor próprio .Dinheiro é uma benção . Quem tem , precisa aproveitá-lo , gastá-lo , usufruí-lo .
Não perder tempo juntando , juntando , juntando . Apenas o suficiente para se sentir seguro , mas não aprisionado . E se a gente tem pouco , é com este pouco que vai tentar segurar a onda , buscando coisas que saiam de graça , como um pouco de humor , um pouco de fé e um pouco de criatividade . Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável . Fazer exercícios sem almejar passarelas , trabalhar sem almejar o estrelato , amar sem almejar o eterno . Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo , buscar lá dentro o que nos mobiliza , instiga e conduz , mas sem exigir-se desumanamente . . A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio . Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade . Se a meta está alta demais , reduza-a . Se você não está de acordo com as regras , demita-se . Invente seu próprio jogo . Faça o que for necessário para ser feliz .
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples , você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade . Ela transmite paz e não sentimentos fortes , que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração . Isso pode ser alegria , paixão , entusiasmo , mas não felicidade .
(Mário Quintana)
A princípio bastaria ter saúde , dinheiro e amor , o que já é um pacote louvável , mas nossos desejos são ainda mais complexos . Não basta que a gente esteja sem febre: queremos , além de saúde , ser magérrimos , sarados , irresistíveis . Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel , a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas . E quanto ao amor? Ah , o amor . . . não basta termos alguém com quem podemos conversar , dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando . Isso é pensar pequeno: queremos AMOR , todinho maiúsculo .
Queremos estar visceralmente apaixonados , queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados , queremos jantar a luz de velas de segunda a domingo , queremos sexo selvagem e diário , queremos ser felizes assim e não de outro jeito . É o que dá ver tanta televisão . . Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista . Ter um parceiro constante pode ou não , ser sinônimo de felicidade . Você pode ser feliz solteiro , feliz com uns romances ocasionais , feliz com um parceiro , feliz sem nenhum .. Não existe amor minúsculo , principalmente quando se trata de amor próprio .Dinheiro é uma benção . Quem tem , precisa aproveitá-lo , gastá-lo , usufruí-lo .
Não perder tempo juntando , juntando , juntando . Apenas o suficiente para se sentir seguro , mas não aprisionado . E se a gente tem pouco , é com este pouco que vai tentar segurar a onda , buscando coisas que saiam de graça , como um pouco de humor , um pouco de fé e um pouco de criatividade . Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável . Fazer exercícios sem almejar passarelas , trabalhar sem almejar o estrelato , amar sem almejar o eterno . Olhe para o relógio: hora de acordar É importante pensar-se ao extremo , buscar lá dentro o que nos mobiliza , instiga e conduz , mas sem exigir-se desumanamente . . A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio . Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade . Se a meta está alta demais , reduza-a . Se você não está de acordo com as regras , demita-se . Invente seu próprio jogo . Faça o que for necessário para ser feliz .
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples , você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade . Ela transmite paz e não sentimentos fortes , que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração . Isso pode ser alegria , paixão , entusiasmo , mas não felicidade .
quinta-feira, 22 de março de 2012
O caminho de volta....
Esse texto nos faz pensar sobre nossa vida, nessa fase de transição que todos estamos passando , é uma luz no final do tunel . Hoje em dia estamos todos sendo obrigados a encontrar o que existe de mais importante dentro de nos, para fazermos uma escolha e fazer diferente do que estavamos acostumados a fazer, e essa caminhada não esta fácil, é assustadora as vezes. A era da superficialidade esta se transformando numa era de profundidade . Passamos por uma fase transitória que vai nos transformar em seres humanos melhores , mais conectados com Deus e com nós mesmos , menos sensivel ao que nossa sociedade meio hipocria prega .Precisamos ter fé em Deus e em nós mesmos que tudo vai dar certo.
Os Mensageiros da Eternidade
Nós, os sensíveis, temos a luz brilhando dentro de nós. A nossa sabedoria muitas vezes pode ser confundida com a loucura por pessoas de mentira... por aquelas pessoas que vivem presas a um mundo automático.
Nós, os sentimentais, os alquimistas, os arrependidos pelos erros, os filhos amados que foram deixados pra trás num deserto, os que têm fé inabalável, os sonhadores, os loucos de amor, muitas vezes, já fomos considerados as ovelhas negras da família,mas, os nossos sentimentos profundos como o mar, nos transformaram aos poucos em cordeiros mansos que pastam felizes pelos campos verdes.
Dentro de nós ardem paixões interiores capazes de derreter qualquer geleira. Nós já morremos incontáveis vezes, já renascemos outras tantas mais fortes, mais determinados em encontrar a nossa felicidade.
Nós, os sensíveis, somos invencíveis pelas lágrimas e imbatíveis pelo sorriso. Muitos de nós, os sensíveis, carregamos na alma e até no corpo, marcas da nossa paixão pela vida. Do mais fraco ao mais forte, do mais bonito ao mais feio.
Não somos medidos pela nossa formosura ou pela grandeza do nosso corpo, mas, somos admirados pelo poder do nosso coração, pela força que emanamos de dentro de nosso olhar...e as pessoas de mentira ficam sem entender como nós, os sensíveis, conseguimos ter tanto poder!
Nós, os sensíveis, estamos aqui para fazer a diferença. Ninguém nos conhece pela superfície, mas, pela profundidade de nossos bons pensamentos.
Não somos santos, mas, somos anjos. Não somos perfeitos, mas, é na nossa imperfeição que mostramos nossas maiores virtudes. Não é pela casca que queremos ser conhecidos.
Queremos um relacionamento íntimo com tudo e com todos que nos cercam. Podemos errar...fracassar em quase tudo, mas, jamais fracassaremos como seres humanos.
Somos imcompreendidos, porque muitas vezes não sabemos expressar quem somos de verdade.
Ainda que o nosso corpo envelheça e fique doente...nada pode tocar o coração de um sensível senão a mão do Supremo Criador.
Nós, os sensíveis... mesmo de longe nos juntamos em espírito num coral para cantar uma canção que curará toda pessoa de mentira. Por alguns instantes o mundo parará para ouvir o nosso canto e se apaziguará por alguns poucos momentos... E por alguns momentos, elas, também, vão ser sensíveis como nós... quando perceberem que no rosto do outro está o espelho de sua própria face.
Nós, os sensíveis, temos o dom de sentir o que os outros sentem...de traduzir seus pensamentos... porque nosso coração capta o que os outros corações transmitem... mas, nós, somos uma brasa viva no meio da neve... ou um oásis no meio do deserto.
Estamos aqui para mostrar aos outros que a alma existe... que a matéria passará. Mas que temos vida para todo o sempre.
Somos "aprendizes" da sabedoria universal. Acreditamos num Deus comum a todos seres humanos. Num Deus que habita todas as religiões. Num abraço do sensível está a graça do Universo.
Nós, os sensíveis, somos os mensageiros da eternidade...
André Aquino
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